Fevereiro Laranja reforça a importância do diagnóstico precoce da leucemia

13 de fevereiro de 2026 às 15:48

De acordo com estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o Brasil registra mais de 11 mil novos casos de leucemia por ano, o que coloca a doença entre os tipos de câncer hematológico mais relevantes no país. Ainda segundo o órgão, a leucemia é o câncer mais comum na infância e adolescência. Os números reforçam a importância do Fevereiro Laranja, mês dedicado à conscientização sobre a doença, ao estímulo ao diagnóstico precoce e à informação de qualidade para a população.

A leucemia é um tipo de câncer que afeta as células sanguíneas produzidas na medula óssea, conhecida como a “fábrica do sangue”. A doença altera a produção dos glóbulos brancos, responsáveis pela defesa do organismo, das hemácias, que transportam oxigênio, e das plaquetas, essenciais para a coagulação. “Quando a medula óssea passa a produzir células doentes ou imaturas, todo o equilíbrio do organismo é comprometido”, explica o hematologista Gustavo Fernandes, do Einstein Goiânia.

A doença pode se manifestar de forma aguda, com progressão rápida, ou crônica, com evolução mais lenta, e é classificada principalmente em leucemias mieloides e linfoides. Entre os sintomas mais comuns estão fadiga persistente, febre, perda de peso sem causa aparente, infecções frequentes, sangramentos, aparecimento de pequenas manchas avermelhadas na pele e aumento dos gânglios linfáticos.

O diagnóstico da leucemia é baseado em exames de sangue e na avaliação da medula óssea, por meio do mielograma e da imunofenotipagem, com apoio da biologia molecular. Essas análises permitem definir o tipo da doença, o prognóstico e a melhor estratégia terapêutica. O hematologista explica que a biologia molecular é fundamental para entender o comportamento da leucemia e indicar tratamentos cada vez mais precisos.

CAR-T e tratamentos de excelência

No Einstein Goiânia, o tratamento é individualizado e depende do perfil molecular da doença e das características de cada paciente. A unidade realiza quimioterapia convencional, terapias-alvo, anticorpos biespecíficos e transplantes de medula óssea. O Einstein também é referência na produção nacional e no uso clínico de células CAR-T, terapia inovadora que reprograma as próprias células de defesa do paciente para reconhecer e combater o câncer. “São avanços que mudaram o cenário da leucemia e aumentaram significativamente as chances de controle e cura em muitos casos”, conclui o hematologista.

Sobre o Einstein Goiânia
O Einstein Goiânia é o primeiro hospital privado da rede fora de São Paulo, inaugurado em 2021. Com 18 mil metros quadrados, a unidade dispõe de 35 leitos operacionais, cinco salas cirúrgicas, pronto atendimento 24 horas, incluindo ortopedia e pediatria, UTI e serviço de transplante de medula óssea. Em março de 2024, passou a oferecer atendimento pediátrico completo, cobrindo desde procedimentos simples até casos de alta complexidade. Também foi pioneiro na implantação da primeira plataforma de cirurgia robótica de Goiás, com mais de 1.500 procedimentos realizados até o primeiro semestre de 2025. A unidade conta, ainda, com um centro de ensino, que oferece mais de 30 cursos de pós-graduação em saúde e gestão hospitalar, além de formações de curta duração, e com um centro de inovação dedicado ao desenvolvimento de tecnologias para aprimorar o setor de saúde na região.

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